Folha de Ribeirão Pires


09/03/2018 09:39 - Editorial

Quando a Justiça restabelece a justiça

A Prefeitura de Ribeirão Pires vem perdendo ações na Justiça impetradas por professores que buscam ter reconhecidos direitos previstos em Lei: o pagamento do dissídio, ou seja, a reposição de perdas salariais frente à inflação.
 
Como já citado, um direito legítimo, mas que nos anos de 2016 e 2017 foi ignorado pelos prefeitos de Ribeirão Pires. A justificativa dos mandatários, antigo e atual, é a mesma: falta dinheiro em caixa. 
 
Será que falta mesmo? 
 
Pode ser visto praticamente todos os dias nas publicações oficiais da Administração do prefeito Kiko Teixeira (PSB) pessoas sendo levadas a cargos comissionados, em sua maioria, com ganhos considerados, e outros servidores sendo beneficiados com aportes nos salários, alguns em 100%, com critérios técnicos ausentes, e pelo simples fato de terem apoiado a atual gestão na campanha ao Paço.
 
Enquanto a Prefeitura de Ribeirão Pires continua empregando aliados e gratificando como forma de agradecimento os apoiadores, os professores são obrigados a irem a Justiça para conseguir a reposição salarial, porcentagens que não chegam aos dois dígitos.
 
Falta dinheiro para manter o poder de compra dos servidores municipais concursados, mas não falta verba para distribuir aos “pelegos” do prefeito Kiko.
 
Entretanto, nem tudo está perdido, a Justiça vem fazendo justiça e ordenando que Kiko e sua equipe paguem aos professores o que é de direito, o que deveria ser feito de forma automática por quem não cansa em anunciar nas redes sociais que a Estância está vivendo um novo tempo.
 

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