Folha de Ribeirão Pires


19/02/2019 09:45 - Cidade

Chuvas provocam mortes, quedas de árvores e alagamentos nas cidades da microregião

Quatro crianças morrem na cidade de Mauá. Em Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra árvores caíram e ruas ficaram alagadas

Córrego na Diamantina transbordou e invadiu casas e ruas / Rede SocialAs fortes chuvas que caíram nas cidades de Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra no final de semana deixaram um rastro de destruição.
 
A cidade de Mauá registrou os casos mais graves. Quatro crianças morreram. Dois desabamentos na cidade provocaram as mortes.
 
O primeiro ocorreu na rua Anne Altomar, 200, por volta das 21h30 de sábado. Duas crianças, uma de 8 anos e um bebê de 11 meses, foram soterradas. A mãe foi socorrida por populares.
 
O outro desabamento ocorreu na avenida Cidade de Mauá, 1813, cerca de 1,4 km distante do local da primeira ocorrência. O desabamento provocou a morte de mais duas crianças, uma de 4 e outra de 11 anos. A mãe foi socorrida ao Pronto Socorro Mário Covas, e um homem de 41 anos encaminhado ao Pronto Socorro do Hospital Nardini. As famílias desabrigadas estão alojadas em um ginásio de esportes.
 
Segunda a Prefeitura de Mauá, a Defesa Civil registrou ainda quedas de árvores e alagamentos, inclusive em escolas. As aulas não precisaram ser suspensas.
 
O município de Rio Grande da Serra também sofreu com as chuvas fortes de sábado a noite, árvores e galhos caíram e danificaram a rede elétrica e de telefonia na região do Parque América. Diversas ruas ficaram instransitáveis e carros e ônibus ficaram ilhados.
 
Segundo a Defesa Civil, não houveram grandes deslizamentos de terras, apenas pontuais e de pequeno impacto. Árvores caíram na avenida Guilherme Pinto Monteiro, próximo ao limite com Ribeirão Pires e na avenida José Bello, próximo à Biquinha Matarazzo. Ouve, ainda, queda de árvore na rua Valeriano Carreira Gonçalves, Vila Niwa, altura do número 02. E outra queda de árvore na Rua Carlos de Campos, no Parque do Governador, altura do número 308.
 
A Defesa Civil de Rio Grande da Serra informou que segue monitorando regiões consideradas de risco, mas até o momento não foi identificado qualquer problema mais grave.
 
Ribeirão Pires foi outra localidade a sentir os estagos provocados pela chuva. Na rua Diamantina, um córrego que passava por manutenção da Prefeitura transbordou e invadiu ruas e casas. Árvores também caíram, contudo, a Prefeitura não indicou o número de ocorrências e se há famílias desabrigadas.
 
Pelas redes sociais, moradores se posicionaram.
 
“A palhaçada que a Prefeitura de Ribeirão Pires faz! Começam as obras e não terminam! Meu carro ontem foi alagado”, reclamou Giulia Santana ao falar sobre o córrego na Diamantina.

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